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UNIDADES DA FEDERAÇÃO: Paraíba

Sigla: PB
Capital: João Pessoa
Gentílico: paraibano
População: 4.025.558 habitantes (estimativa IBGE, 2017)
Principais cidades: João Pessoa, Campina Grande, Sousa, Patos,
Extensão Territorial: 56.468,435 km(IBGE, 2016)
Densidade Demográfica: 66,70 habitantes por km2 (IBGE, 2010)
Número de Municípios: 223
Economia: agropecuária, indústria (tecidos, calçados, alimentos, bebidas), comércio, turismo
Clima: tropical e semiárido
Principais Rios: Paraíba, Taperoá, Curimataú, Piranhas e Mamanguape

A Paraíba é conhecida pela linha da costa tropical e pela arquitetura colonial portuguesa. A Ponta do Seixas (ponto mais oriental -a leste – das Américas), com o farol Cabo Branco nas proximidades, são algumas das atrações turísticas do estado.

Em junho, a cidade de Campina Grande realiza uma das maiores Festas Juninas do mundo, com um mês de duração, movimentando a economia local.

UNIDADES DA FEDERAÇÃO: Amapá

Sigla: AP
Capital: Macapá
Gentílico: amapaense
População: 797.722 habitantes (estimativa IBGE, 2017)
Principais cidades:  Macapá, Santana, Oiapoque, Laranjal do Jari, Calçoene, Tartarugalzinho
Extensão Territorial: 142.828.521 Km(IBGE, 2016)
Densidade Demográfica: 4,69 habitantes por km2 (IBGE, 2010)
Número de Municípios: 16
Data de Aniversário da Capital: 4 de fevereiro
Economia: extrativismo mineral e vegetal
Clima: equatorial
Principais Rios: Araguari, Oiapoque, Amapari e Amapá Grande

O Amapá faz fronteira com o Suriname, a Guiana Francesa e o Oceano Atlântico e está inserida em grande parte na Floresta Amazônica. A capital, Macapá, é conhecida pela Fortaleza de São José de Macapá, situada à beira-mar, um forte português do século XVIII, e pelo Monumento do Marco Zero, um obelisco que marca o equador.

Possui o famoso Oiapoque, que foi considerado por muitos anos o “ponto mais ao norte do Brasil”. No entanto, novas pesquisas descobriram este ponto extremo se localiza em Roraima, no Monte Caburaí. Ainda assim, é bastante consagrada a expressão “Do Oiapoque ao Chuí”.

GEOGRAFIA: Resumo sobre o Relevo Brasileiro

FOTO: Força Aérea Brasileira

Mais de 80% do território brasileiro tem terras abaixo de 1000 m acima do nível do mar. Por conta da distância entre as placas tectônicas, o Brasil apresenta altitudes baixas em relação a outros países.

O ponto mais elevado do país fica no Amazonas, o Pico da Neblina (foto acima), com 2.995 m.

A principal forma de relevo brasileira é o planalto. Alguns estados, como os da Regiões Sudeste, assim como a região do Planalto Central, formam um extenso planalto, o Brasileiro.

Boa parte da costa brasileira apresenta morros e falésias. As principais planícies são a dos Pampas Gaúchos, da Amazônia e do Pantanal.

VÍDEOS: Serra da Rocinha (divisa SC/RS)

A Serra da Rocinha é uma estrada espetacular que atravessa escarpas íngremes da Serra Geral, no Sul do Brasil. Liga os Campos de Cima da Serra Gaúcho a 1230 m de altitude, com o Litoral Sul Catarinense.

É uma das estradas mais incríveis do Brasil e depois de pronta terá vários mirantes e pontos de parada com vistas incríveis. Para quem vem do litoral Sul de Santa Catarina, a Serra da Rocinha dá acesso aos Campos de Cima da Serra Gaúchos. Fica na divisa dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde no lado gaúcho fica a cidade de São José dos Ausentes, e no lado catarinense a cidade de Timbé do Sul.

A estrada faz parte da rodovia BR-285, que no momento está em obras de pavimentação. Restam ainda, 5 km na parte catarinense da serra e 8 km no lado gaúcho, nos campos de Ausentes. A parte de serra tem 13 km de extensão, ligando o município de São José dos Ausentes e o estado do Rio Grande do Sul (na parte de cima) com Timbé do Sul e Santa Catarina, na parte de baixo. A Serra da Rocinha é parte da Rodovia BR-285, que liga Araranguá (SC) à São Borja (RS), na divisa com a Argentina.

O alto da serra fica a uma altitude de 1230 metros acima do nível do mar. A parte de baixo fica em torno de 1000 metros de diferença de altitude. A BR-285 tem um total de 744,3 quilômetros de extensão. Liga a cidade de Araranguá (SC) a São Borja (RS), na fronteira com a Argentina. Lá se conecta com a Ruta Nacional 14 através da Ponte Internacional sobre o Rio Uruguai.

FONTE: Canal Um Fincão na Estrada.

CRÔNICA: Pensando no futuro de Porto Alegre

Por: Murilo de Carvalho Góes.

A vida na zona urbana das grandes metrópoles (como Porto Alegre) teve muitas modificações nos últimos cinquenta anos.

Certa vez, descobri, em uma obra sobre o ambiente em Porto Alegre, que em 1948, a cidade tinha 282 mil habitantes; hoje, a Capital Gaúcha, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são quase 1,5 milhão de moradores.

Uma coisa que sempre me chama a atenção em Porto Alegre é, pela sua extensão urbana, a presença de zonas rurais dentro de seu território. Embora com muitos espaços limitados nos bairros das zonas norte, leste e Centro Histórico, ainda é possível ter arborização em várias ruas. Os morros da zona sul, os condomínios fechados e bairros populares, como Lomba do Pinheiro e Restinga, mostram diversas faces, juntando os dois ambientes na mesma metrópole.

Na Grande Porto Alegre, extensão da Capital, várias cidades cresceram de forma muito rápida, sobretudo a partir dos anos 1980, com a instalação de diversas empresas, que atraiam empregos e investimentos em infraestrutura, além de geração de renda. Atualmente (2021) é a quinta maior região metropolitana do país, com mais de 4 milhões de pessoas, distribuídas em 34 municípios.

Na minha infância, lá pelos anos de 1985, 1986, era possível brincar na rua às 23 horas (o popular 11 da noite). Os tempos mudaram, e muito.

A criminalidade aumentou vertiginosamente. Estamos presos em nossas casas, enquanto pessoas de índole duvidosa estão a solta. Além deste problema, Porto Alegre (sobretudo no centro), precisa de uma grande revitalização.

E, neste momento, não entro no mérito de ideologias políticas, e sim de uma mobilização para que cidade seja mais acessível para os seus cidadãos, habitantes e visitantes.

A vida e a cena cultural de Porto Alegre são efervescentes. Deveria ser mais aproveitada e planejada.

Algumas regiões requerem atenção maior do poder público.

É uma pena que estejamos nesta situação, que teve o acréscimo do Coronavírus, em março de 2020. Porto Alegre vive um momento difícil, assim como todo o mundo, mas que, se Deus quiser, será superado. Acreditemos!

HISTÓRIA: O início da formação territorial através das Capitanias Hereditárias

O Brasil é um país considerado continental, com diversas mudanças em sua formação territorial e divisões administrativas.

A primeira divisão administrativa ocorreu a partir do Tratado de Tordesilhas, em 1494. Através dele, a porção leste pertencia a Portugal e a oeste, à Espanha.

Em 1534, surgiu o sistema  de surgmento das Capitanias Hereditárias, que consistiu numa divisão de 15 terras, para membros da Corte e homens de confiança do Rei de Portugal. Cabia aos donatários governar e promover os desenvolvimento das capitanias.

No Brasil, a Linha do Tratado de Tordesilhas traça seus extremos entre Belém do Pará e Laguna (SC).

 

ARTIGO: Os idiomas falados no Brasil

Por padrão, sabemos que o idioma oficial do Brasil é o português. Porém, há uma estimativa supreendente: diversas línguas são faladas no Brasil, entre elas, de povos indígenas, de imigrantes (56), de sinais (Libras) e de comunidades afro-brasileiras. Ou seja, temos uma grande diversidade linguística, uma das maiores do mundo.

Porém, a Língua Portuguesa é predominante: há uma percepção de que só existe o Português no Brasil. Muitos pensadores tem a ideia da valorização das identidades e diversidades linguísticas das comunidades.

O português no Brasil é a Língua Materna (primeiro idioma aprendido pelos falantes, no local de nascimento). Mas existem exemplos peculiares de outras línguas para comunicação, nos dois exemplos a seguir:

  • Em São Gabriel da Cachoeira (AM),  há a convivência de falantes de quatro línguas oficiais: português, nheengatu, tucano e baníua.;
  • Em municípios da Metade Norte, vales e Serra do RS, muitas comunidades se expressam pelos idiomas dos imigrantes que vieram para o Brasil no século XIX. Há inclusive pessoas que não falam português nestas comunidades.

Sobre as Línguas de Povos Indígenas: [1]

De acordo com o levantamento do Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 274 línguas são faladas por indígenas de 305 etnias diferentes. No entanto, esse resultado foi considerado inflacionado por incluir nomes de etnias ou mesmo línguas que já não são mais faladas. “Temos apenas uma estimativa do número de línguas faladas no Brasil. Em relação às línguas indígenas, os dados do Censo são maiores daqueles que os pesquisadores costumam reproduzir, que é em torno de 180 línguas indígenas. Além dessas, pesquisas mostram que há 56 línguas faladas por descendentes de imigrantes que vivem no Brasil há pelo menos três gerações”, diz Rosângela Morello, coordenadora-geral do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (Ipol).

REFERÊNCIA:

[1] http://www.plataformadoletramento.org.br/em-revista-reportagem-detalhe/1128/o-brasil-e-suas-muitas-linguas.html, acesso em: 19 mai 2021.

Confira Línguas do Brasil no site da Wikipédia.